25 medidas divididas em cinco eixos estratégicos de aplicação rápida no SNS. "Um plano coerente, interdependente e indivisível para implementar em dois anos" que compreende ações relativas às condições de trabalho, à gestão e inovação, formação e investigação e a uma nova carreira médica, explica o Bastonário da Ordem dos Médicos, depois da reunião desta semana no Ministério da Saúde. Carlos Cortes considera “absolutamente fundamental” a implementação conjunta das propostas apresentadas ao Ministério da Saúde. Para o Bastonário a aplicação permitirá criar condições de trabalho dignas, carreiras previsíveis, incentivos equilibrados e um ecossistema de formação contínua e de inovação. A Ordem dos Médicos apresenta assim soluções e total disponibilidade para ajudar a resolver os problemas do SNS. Carlos Cortes nota que "a primeira medida e a que me parece mais importante é revisitarmos, atualizarmos e reformularmos a Carreira Médica" pois a Carreira Médica "não está minimamente adaptada à realidade que temos hoje". “Estamos aqui para colaborar e a Ordem dos Médicos faz parte da solução”, garante. O documento apresentado no Ministério da Saúde e aos grupos parlamentares da Assembleia a República sugere uma nova carreira que reflita a realidade da medicina em Portugal, assim como um programa para permitir o regresso dos médicos portugueses que estão no estrangeiro, pois “a carreira médica é um elemento fundamental da estruturação do trabalho médico. Ela deve ser modernizada, adaptada à nova realidade que temos hoje”. Um programa que crie canais de comunicação com médicos a residir no estrangeiro, através de parcerias com o Ministério dos Negócios Estrangeiros e das embaixadas. Iniciativas que estimulem o retorno e ofereçam informação sobre concursos e vagas no SNS, incentivos à reintegração, incluindo reconhecimento célere e simplificado de qualificações, concursos específicos de integração, apoio logístico e condições contratuais atrativas.
Inteligência artificial no apoio ao diagnóstico de melanoma
O projeto, denominado PlenoISLA, começou em 2018 e visa "estudar várias características da imagem da lesão não exploradas pelas tecnologias mais atuais
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