Após reunir no Porto com a Associação dos Médicos Prestadores de Serviços (AMPS), o Bastonário da Ordem dos Médicos, Carlos Cortes, lamentou as condições em que trabalham os médicos prestadores de serviços, defendendo que o Estado tem recorrido de forma excessiva a estes profissionais. Sublinhou que “ninguém gosta de trabalhar a recibo verde em Portugal” e criticou o modelo de gestão de recursos humanos seguido nos últimos anos. “Ao longo destes últimos anos, esta figura, esta utilização do meu ponto de vista da prestação de serviço, foi abusiva da parte das unidades locais de saúde hoje e dos hospitais, anteriormente”, afirmou o Bastonário. No entanto, Carlos Cortes, admitiu que poderá ser benéfico uma uniformização nos pagamentos aos médicos e uma possível integração de médicos tarefeiros no SNS.
Inteligência artificial no apoio ao diagnóstico de melanoma
O projeto, denominado PlenoISLA, começou em 2018 e visa "estudar várias características da imagem da lesão não exploradas pelas tecnologias mais atuais
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