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No momento atual de crise que o país atravessa, causado por uma sequência ininterrupta de tempestades, a Ordem dos Médicos disponibilizou ajuda aos serviços de saúde das áreas atingidas. As depressões que varrem Portugal vulnerabilizaram populações, infra-estruturas e localidades inteiras, testando ao limite a resiliência dos serviços de urgência e emergência, da proteção civil e da sociedade civil.

Uma comitiva da Ordem dos Médicos visitou Leiria após a devastadora tempestade Kristin, constatando a excelente capacidade de resposta dos serviços de saúde, particularmente do Hospital de Leiria, a quem deixou uma mensagem de ajuda para as dificuldades que enfrentam. O Bastonário da Ordem dos Médicos afirmou "que as populações não foram abandonadas" e referiu que os serviços de urgência, nestes tempos de crise, deixam de ser apenas uma rede de resposta e passam a ser a principal linha de estabilidade nacional. A proteção das populações das zonas mais afetadas exige reforço dos meios, coordenação real e efetiva da base do sistema de emergência e socorro do país e planos de contingência que sejam implementados. A Ordem dos Médicos continua a acompanhar, com preocupação, a evolução da crise climática que afeta o país.

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