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O humanismo, a valorização do médico e o inconformismo são eixos de atuação profissional essenciais, sendo o doente o centro de tudo. “É por ele que a Medicina existe, é por ele que o rigor, o humanismo, a exigência e a valorização profissional fazem sentido”, afirma o Bastonário da Ordem dos Médicos. Ao intervir na cerimónia oficial de abertura do Ano Médico, em Braga, e perante os médicos da formação geral e da formação especializada, Carlos Cortes considera não existir tecnologia protocolo ou algoritmo que substitua a escuta, a empatia, o respeito e a ética. Cada pessoa “traz uma história, uma fragilidade e uma confiança imensa no médico que a acompanha”. Cuidar “é um ato técnico, mas é sobretudo um ato humano. A ética não é um acessório da Medicina, é o seu alicerce.” O Bastonário apela ainda ao inconformismo da nova geração de médicos. “Ser exigente é defender mais e melhor quem precisa de cuidados de saúde. Reivindicar boas condições de trabalho, tempos seguros, equipas completas e formação de qualidade é uma obrigação para com os doentes e para com o futuro da Medicina.” Carlos Cortes defende uma valorização do papel do médico porque “não há um SNS forte sem médicos reconhecidos, respeitados e valorizados.” O evento foi co-organizado pela Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), o Conselho Nacional do Internato Médico da Ordem dos Médicos e a Unidade Local de Saúde de Braga.

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