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Um estudo da DECO PROteste revela que 31% dos inquiridos têm dificuldades em pagar as suas despesas essenciais de saúde e que, 27% adiaram, abandonaram ou prescindiram de cuidados de saúde, dados preocupantes que acabam por representar consequências negativas na sua saúde e na qualidade de vida. O estudo decorreu entre junho e setembro de 2025, englobando pessoas desde os 18 aos 74 anos. Os dados apontam para desigualdades no acesso, afetando de forma mais expressiva os grupos social e economicamente mais vulneráveis, como pessoas com baixos rendimentos, doentes crónicos e idosos. Nestes casos, as dificuldades financeiras constituem uma barreira direta ao acesso a cuidados atempados, contribuindo para o aprofundamento de assimetrias no sistema de saúde. Perante este cenário, a Ordem dos Médicos alerta para a necessidade de melhorar a acessibilidade e a capacidade de resposta do Serviço Nacional de Saúde, de forma a assegurar cuidados atempados e equitativos para toda a população.

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