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A Ordem dos Médicos acompanha com bastante preocupação o caso de dois médicos portugueses detidos pelas autoridades israelitas no âmbito da missão “Sumud Global Flotilla”.

A Ordem dos Médicos foi informada esta tarde da detenção dos médicos portugueses, após a interceção da embarcação, em que seguiam, em águas internacionais.

De imediato, o Bastonário da Ordem dos Médicos estabeleceu contactos com o Ministério dos Negócios Estrangeiros, tendo sido informado que os dois médicos se encontram sob custódia das autoridades israelitas, devendo posteriormente ser repatriados para Portugal.

A Ordem dos Médicos está a acompanhar em permanência a situação em articulação com o Ministério dos Negócios Estrangeiros e com o Ministério da Saúde, a quem solicitou a devida observância da legislação internacional, ao abrigo da Convenção de Genebra e das normas da Associação Médica Mundial, no sentido de acionar todos os mecanismos diplomáticos necessários ao regresso seguro dos dois cidadãos, assim como da garantia plena da integridade física e psicológica dos dois portugueses.

“Os médicos devem ser protegidos e respeitados em todas as circunstâncias. Nunca podem ser alvo de violência, intimidação ou qualquer forma de condicionamento, independentemente do contexto político ou militar”, afirma o Bastonário da Ordem dos Médicos, Carlos Cortes.

A Ordem dos Médicos continuará a acompanhar o caso com a máxima atenção, mantendo contacto permanente com as autoridades portuguesas e reafirma o compromisso inabalável com a defesa da vida, da dignidade humana e da proteção dos médicos em todas as circunstâncias.

 

Lisboa, 18 de maio de 2026

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