A Ordem dos Médicos acompanhou desde o inicio os desenvolvimentos relacionados com a falha de energia. De acordo com a RTP uma grande parte dos hospitais “suspenderam toda a atividade programada” e preocuparam-se apenas em manter operacionais os serviços de urgência e de cuidados intensivos e neonatais, através do uso de geradores. Carlos Cortes esteve em contacto direto com a Ministra da Saúde, o Diretor Executivo do Serviço Nacional de Saúde e o Presidente do Instituto Nacional de Emergência Médica para que a resposta às grandes dificuldades impostas pela situação fosse célere e não pusesse em causa os principais serviços de saúde, principalmente os de urgência e emergência. No entanto, de acordo com o Bastonário, "o apagão expôs fragilidades que não podemos ignorar. A saúde exige redundância, planeamento rigoroso e responsabilidade técnica e política porque a vida humana não pode ser deixada à mercê da sorte."
Internato Médico 2025: Vagas não preenchidas expõem crise estrutural nas especialidades fundamentais do SNS
Os dados do Concurso do Internato Médico de 2025 revelam um agravamento de vagas não preenchidas em especialidades essenciais do Serviço Nacional de Saúde.
Pode consultar aqui todas as edições da Revista da Ordem dos Médicos (ROM), publicação de atualidade onde damos frequentemente a conhecer exemplos de inovação, ética e humanismo dos nossos médicos.